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Drinks


 
 

O exquisito!

 

 

Mais um daqueles bares que se proliferam pela região da Paulista e que conquistam tanto o público do happy hour como os grupos de patricinhas a la Sex and the City. Tem a proposta de ser uma choperia e uma lanchonete que atrai a camada descolada que perambula pela noite; assim praticar a arte de people watching no Exquisito é bem divertida. É possível encontrar as gordinhas de micro-saia e botas e as versões pseudo-estilistas se espremendo e obstruindo a passagem.

 

 

 

Apesar dos cartazes com frases feitas pelas paredes a decoração não é um dos atrativos do lugar. A primeira impressão é de paredes sujas e pintadas com resto de tinta (em uma parede só é possível encontrar cinco tipos de cores escorridas). O jardim no fundo por outro lado é bastante interessante.

 

 

 

Enquanto a decoração não impressiona, os pratos com certeza ultrapassam as expectativas. Comidas exóticas selecionadas pelo apimentado sabor latino vindo de várias partes da América do Sul. As iscas de peixe são ótimos acompanhamentos, mas ainda existem as deliciosas opções para quem quer comer algo mais encorpado como os burritos, tacos, chilli com carne. O chef também pensou nas moças de dieta: não deixem passar o sanduíche Atacama: peito de peru, tomate seco e pasta de rúcula bem temperada.

 

 

 

A maioria vai para o Exquisito para tomar o chopp, porém as especialidades de vodka e caipirinhas com misturas inusitadas são muito mais agradáveis ao paladar. Além das bebidas tradicionais como Cosmopolitan, Bloody Mary, Pina Colada eles também misturam sabores como tangerina e gengibre (e ainda com uma chilli de decoração no copo) para compor a caipirinha. Uisquisito é outra mistura que eles inventaram e que surpreendentemente tem um resultado bom: Red Label, Countreau, suco de laranja e guaraná.

 

 

 

O preço é acessível, não há exageros. Eles cobram o que todo bar no centro cobra para manter um público fiel.

 

 

 

O Exquisito!

Rua Bela Cintra, 532

Consolação

São Paulo



Categoria: Bares
Escrito por Vivi Corral às 16h43
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Caso Battisti

Eu venho pedir um momento para refletir sobre a situação embaraçosa que o Brasil está se envolvendo com a Itália por um caso banal. Não acho que a decisão de manter um terrorista em exílio político em nosso país seja prudente. O presidente e seus ministros não devem se achar prepotentes ao ponto de colocar em risco as boas relações que mantemos com a Itália simplesmente para se fazer de durão (pois é o que está parecendo).
Não podemos esquecer que existem muitos brasileiros vivendo na Itália (eu era um deles até pouco tempo) que serão alvo de protestos. É completamente inadmissivel abandonar seus 'companheiros e companheiras' à propria sorte para proteger um estrangeiro assassino.



Escrito por Vivi Corral às 02h15
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Dry Bar

Para a grande estréia do blog nada mais justo do que falar sobre descontração na noite paulista, com música boa, bebidas especiais e principalmente um ambiente para conhecer pessoas interessantes. O Dry Bar, a revelação de 2008, reune tudo isso em um ambiente que respira inovação e artes plásticas.

A primeira coisa que notei foi o movimento. Havia poucos lugares, por ter como proposta um ambiente mais intimista, mas o público está crescendo e as filas para esperar uma mesa podem demorar mais de quarenta minutos. Se não fosse um local tão apertado, eu não me importaria em parar no bar e beber em pé a noite inteira, mas não corro o risco de levar o copo até a boca quando sequer tenho espaço para mexer os cotovelos.

A decoração é bem interessante. Cada mesa tem uma obra assinada por um artista diferente e pode ser comprada pelos clientes. Sua tendência modernista surpreende com as cores escuras e se torna pra lá de inusitado quando o cliente se depara com uma parede com milhares de bolas de bilhar. Se o cliente for observador os livros e objetos na prateleira que atravessa o bar sobre as mesas vão com certeza chamar sua atenção por longos minutos - uma ótima distração enquanto a bebida não chega.

Essas pessoas que se espremem umas contra as outras no Dry tem a faixa etária bem variada. As 23hs é possível encontrar os cinquentões que discutem administração de empresas por horas enquanto observam as meninas de vinte e poucos anos falando mal das rivais ou comentando o último capitulo da novela. Apesar de ser um ambiente ideal para jovens casais eu vi pouquissimos por lá. O escurinho não chama mais atenção para namorar, mas sim para paquerar estranhos. Grandes grupos de amigos se reúnem nas mesas, trocando olhares com as mesas do lado, mesmo sem tomar iniciativa para sequer pedir o sal.

A boa música com certeza agrada o público diversificado. Enquanto estava lá tive o prazer de ouvir uma seleção que ia desde Queen a Chico Buarque. São músicas animadas, mas nada que incentive as pessoas a sair dançando entre os menores espaços livres. São seleções calmas sem cair no estilo Alpha FM.

O bar e o serviço são os maiores atrativos. Garçons simpáticos atendem rápidamente e o host dá um jeitinho de manter o cliente bem servido enquanto espera a mesa. Minha primeira bebida foi um cosmopolitan, é sempre necessário começar por um cuja receita seja bem variada pelos bares. Todos servem cosmopolitans, mas poucos lugares são fieis a receita e posso acrescentar que o barman do Dry fez a bebida fiel a original. Delicada e saborosa.

É difícil escolher o melhor item do cardápio. Minha indicação fica nos próprios martinis de lichia e melancia. Vesper é uma boa pedida, mas que precisa de um pouco mais de divulgação por conta dos garçons. Muitas pessoas vão adorar, mas pouquíssimas conhecem esse drink cujo autor é o barman do hotel Ritz em Paris e também já pedido no filme de James Bond. Peça um mix de mini brusquettas no cardápio dos petiscos e o especial Red Martini. É uma combinação maravilhosa e que vai fazer você querer voltar ao Dry.

A única coisa que não recomendendo é para aqueles que chegam de carro. O valet é caro e os carros ficam estacionados na rua, sem a mínima segurança além dos olhares dos funcionários. Como a rua é grande, o que não faltam são lugares para parar e sem recorrer ao serviço.

Infelizmente o Dry tem os preços salgados para se tornar um point para todos fins de semana, mas eles tem o direito de cobrar um pouco a mais. Os drinks não desapontam e valem cada centavo.



Categoria: Bares
Escrito por Vivi Corral às 16h10
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Bem Vindos

Minha resolução de ano novo é publicar alguma coisa com uma certa frequencia. Talvez eu consiga dessa vez já que escolhi um tema especifico e que tenho facilidade pra comentar e criticar. Claro que minha especialidade é falar mal do que é ruim e fazer muita, mas muita, propaganda do que é bom.

Já vou avisando que vou falar de vida noturna, shoppings, comidinhas e tudo o que uma mulher solteira deve saber para aproveitar São Paulo ao máximo (sozinha ou com as amigas). E para os meninos que se interessarem, passem por aqui e vejam as dicas para levar as moças para os lugares certos.

Vejo vocês por aqui.



Escrito por Vivi Corral às 00h46
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